| Depois de vários anos de casado e depois de muito relutar, o marido concorda em levar a sogra e a esposa para conhecer Jerusalém.
Assim que desceram do avião, a velha teve um ataque cardíaco e morreu abruptamente.
Passado o susto inicial, o sujeito foi verificar os procedimentos necessários para mandar o corpo de volta ao Brasil.
- Você vai gastar aproximadamente dez mil dólares - informou-lhe uma atendente.
- Dez mil?
Com medo de que o marido também tivesse um enfarte, a esposa tentou aliviar:
- Querido, se você quiser enterrá-la aqui mesmo, eu não me importo.
- Enterrá-la aqui em Jerusalém? De jeito nenhum!
- Por que não?
- Há dois mil anos atrás teve um sujeito que foi enterrado aqui e ressuscitou depois de três dias!
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O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.
Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
- Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
- Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
- Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
- Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
- Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
- Sou, e daí?
- O que tá fazendo vestido de guarda noturno?
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Tarde da noite, duas freirinhas estão voltando para o convento quando percebem que estão sendo seguidas por um tipo grandalhão e mal-encarado.
Dobram algumas esquinas para despistá-lo, mas ele continua atrás.
- E agora, irmã, o que vamos fazer? - pergunta uma, já ficando desesperada.
- Tive uma idéia: vamos virar a próxima rua e correr uma para cada lado. Quem chegar primeiro no convento pede socorro.
Assim que chegam a esquina, disparam em direções opostas. Uma delas chega ao convento e conta o ocorrido às outras irmãs. Todas ficam apavoradas e já vão chamar a polícia quando aparece a outra freirinha, toda suada.
- Irmãs, vocês não imaginam o que aconteceu! - exclama ela, ofegante.
- O que houve? O que houve? - todas querem saber.
- Eu saí correndo e o homem veio atrás.
- E aí? E aí?
- Chegou um momento que eu virei uma rua e dei de cara com um beco sem saída. Fui tentar voltar, mas o tarado já havia chegado. Ele me olhou com uma cara de louco, rindo. Então eu sorri também e levantei o hábito até o pescoço.
- Ohhhh! E o que ele fez?
- Abaixou as calças até os pés.
- Meu Deus!! E aí?
- Aí que mulher de saia levantada corre muito mais que homem de calça abaixada, né?
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